A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026. O pagamento está previsto para o próximo dia 30 de junho e contemplará milhões de contribuintes em todo o país.
Este será o maior lote de restituição já realizado pela Receita Federal em número de beneficiários, com mais de 9,5 milhões de pessoas incluídas.
R$ 16 bilhões serão pagos
Ao todo, serão liberados cerca de R$ 16 bilhões em restituições para 9.585.797 contribuintes.
Parte significativa dos recursos será destinada a grupos que possuem prioridade legal no recebimento dos valores.
Como consultar a restituição
A consulta pode ser feita pela internet ou por dispositivos móveis.
Pelo site da Receita Federal
- Acesse o portal da Receita Federal;
- Clique em “Meu Imposto de Renda”;
- Selecione a opção “Consultar minha restituição”;
- Informe CPF, data de nascimento e conclua a verificação de segurança.
Pelo aplicativo
Também é possível consultar a situação da restituição por meio do aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para smartphones e tablets.
Quem recebe neste lote
Dos R$ 16 bilhões liberados, aproximadamente R$ 4,4 bilhões serão destinados a contribuintes com prioridade prevista em lei.
Grupos prioritários
- 155.060 contribuintes com mais de 80 anos;
- 1.106.923 contribuintes entre 60 e 79 anos;
- 106.294 pessoas com deficiência física, mental ou doença grave;
- 507.768 contribuintes cuja principal fonte de renda seja o magistério.
Além disso, 7.709.752 restituições serão destinadas a pessoas que utilizaram a declaração pré-preenchida e optaram pelo recebimento via Pix.
Calendário dos próximos lotes
A Receita Federal já definiu as datas para os próximos pagamentos da restituição do Imposto de Renda 2026:
- 1º lote: 29 de maio (já pago);
- 2º lote: 30 de junho;
- 3º lote: 31 de julho;
- 4º lote: 31 de agosto;
- 5º lote: 30 de setembro.
O que fazer se o valor não for creditado
Caso a restituição não seja depositada na conta informada na declaração, o valor ficará disponível para resgate junto ao Banco do Brasil por até um ano.
Nessas situações, o contribuinte poderá reagendar o crédito ou atualizar os dados bancários pelos canais disponibilizados pela instituição financeira e pela Receita Federal.

