Close Menu
Agência Cearense: O Ceará em FocoAgência Cearense: O Ceará em Foco
    Menu
    • Ceará
    • Brasil
    • Mundo
    • Entretenimento
    • Meio Ambiente
    • Ciência
    • Concursos
    • Cultura
    • Economia
    • Tecnologia
    • Inovação
    • Educação
    • Esportes
    • Saúde e Bem-Estar
    • Turismo
    • Ciência
    • Olhar Cearense
    • Ceará Raiz
    What's Hot

    Ceará já recebeu quase 100 mil turistas estrangeiros em 2026

    outubro 17, 2026

    Acesso frontal da Catedral Metropolitana de Fortaleza é interditado

    outubro 17, 2026

    Ivete Sangalo autoriza campanha de Lula a usar sua imagem

    outubro 17, 2026
    X (Twitter) Instagram YouTube RSS
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Agência Cearense: O Ceará em FocoAgência Cearense: O Ceará em Foco
    Canal Whatsapp
    • Home
    • Notícias
      • Ceará
      • Brasil
      • Mundo
    • Entretenimento

      Ivete Sangalo autoriza campanha de Lula a usar sua imagem

      outubro 17, 2026

      Netinho morre aos 60 anos como um dos principais cantores do axé music

      outubro 13, 2026

      Pirulla volta ao YouTube e atualiza estado de saúde mais de 1 ano após AVC

      outubro 12, 2026

      Viúva de Rick homenageia cantor após 42 anos juntos: “Não sei como será continuar sem você”

      setembro 23, 2026

      De Rick a Marília Mendonça: relembre famosos que morreram em acidentes aéreos

      setembro 22, 2026
    • Tecnologia

      Marco Legal dos Games: Lula lança plataforma gratuita para divulgar jogos brasileiros

      outubro 15, 2026

      Cidade da Criança terá ‘Wi-For’ e QR Codes com audiodescrição em Fortaleza

      outubro 1, 2026

      Gemini acessa sistemas de três empresas durante teste de segurança e acende alerta sobre IAs autônomas

      setembro 19, 2026

      iPhone avança no Ceará e pode superar celulares Android em vendas

      setembro 14, 2026

      Cearense lança rede social inspirada no Orkut e aposta em nostalgia e menos algoritmos

      setembro 12, 2026
    • Saúde e Bem-Estar

      IJF alcança recorde de cirurgias em 2026 no mês de setembro

      outubro 15, 2026

      Fortaleza inicia arrecadação de lenços para mulheres em tratamento contra o câncer no Outubro Rosa

      outubro 9, 2026

      Evandro Leitão anuncia ações do Outubro Rosa e fim da fila de mamografias

      outubro 5, 2026

      Governo cobra na Justiça gastos do SUS com tratamento de apostadores

      setembro 29, 2026

      Atendimentos por problemas com apostas crescem 140% no SUS, aponta Ministério da Saúde

      setembro 28, 2026
    • Colunas
      • Olhar Cearense
      • Ceará Raiz
    Agência Cearense: O Ceará em FocoAgência Cearense: O Ceará em Foco

    Gemini acessa sistemas de três empresas durante teste de segurança e acende alerta sobre IAs autônomas

    By Agência Cearensesetembro 19, 2026 Tecnologia
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Um modelo de inteligência artificial Gemini, do Google, conseguiu acessar sem autorização os sistemas de três empresas reais durante um teste de segurança cibernética realizado em maio. Os episódios foram confirmados pela companhia nesta sexta-feira (18), após questionamentos do The Wall Street Journal.

    Os incidentes ocorreram enquanto o modelo era submetido a avaliações conduzidas pela Irregular, empresa especializada em testar capacidades e riscos de sistemas avançados de inteligência artificial.

    O exercício deveria ocorrer em um ambiente controlado, simulando ataques contra empresas fictícias. No entanto, uma falha permitiu que o Gemini tivesse acesso à internet e alcançasse sistemas reais, que o modelo acreditava fazer parte do teste.

    IA conseguiu descobrir senhas e usar credenciais encontradas na internet

    Em um dos casos, o Gemini tentou diferentes credenciais até conseguir entrar em um sistema protegido.

    Nos outros dois episódios, a inteligência artificial encontrou na internet credenciais que haviam sido deixadas disponíveis em repositórios públicos e utilizou essas informações para acessar sistemas pertencentes a empresas reais.

    Segundo o Google, o modelo interrompeu as ações assim que identificou que os sistemas não pertenciam ao ambiente simulado.

    Os nomes das três empresas atingidas não foram divulgados.

    Até o momento, também não há informação de que os acessos tenham provocado danos, perda de dados ou interrupções nos serviços das companhias envolvidas.

    Empresa fictícia tinha nome semelhante ao de companhia real

    Parte do problema teria começado porque uma das empresas fictícias criadas para o exercício possuía o mesmo nome de uma companhia existente.

    O Gemini recebeu a tarefa de localizar informações em sistemas pertencentes à organização simulada. Como a ferramenta tinha acesso indevido à internet, acabou encontrando a empresa real e tentando acessar seus sistemas.

    A Irregular afirmou que o modelo não deveria conseguir navegar livremente pela internet naquele teste.

    A falha na configuração, portanto, permitiu que uma avaliação de segurança destinada a simular ataques ultrapassasse os limites do ambiente controlado.

    Google foi informado em julho

    Embora os episódios tenham ocorrido em maio, a Irregular comunicou formalmente o Google em julho.

    A situação só se tornou pública em setembro, depois que o Wall Street Journal procurou a empresa para obter esclarecimentos.

    O Google afirmou que não havia divulgado o episódio anteriormente porque os sistemas não teriam sofrido danos e porque o Gemini interrompeu as ações ao perceber que estava diante de alvos reais.

    Heather Adkins, vice-presidente de engenharia de segurança do Google, informou que as três empresas afetadas foram comunicadas e que a companhia trabalhou com a responsável pelos testes para modificar os procedimentos adotados.

    Segundo ela, episódios como esse demonstram a necessidade de desenvolver sistemas avançados de inteligência artificial com mecanismos que garantam comportamento responsável.

    Caso chama atenção pela capacidade autônoma da IA

    O episódio ganha relevância porque demonstra que modelos de inteligência artificial estão adquirindo capacidade crescente para executar tarefas de segurança cibernética de forma relativamente autônoma.

    Em vez de apenas explicar como uma vulnerabilidade poderia ser explorada, esses sistemas podem receber um objetivo, analisar informações, procurar credenciais, testar acessos e executar uma sequência de ações para alcançar a meta estabelecida.

    Essa capacidade tem aplicações legítimas importantes.

    Ferramentas desse tipo podem, por exemplo, ajudar empresas a identificar falhas de segurança antes que criminosos as explorem, examinar grandes volumes de código e localizar vulnerabilidades automaticamente.

    O próprio Google lançou recentemente o Gemini 3.8 Flash Cyber, modelo desenvolvido especificamente para tarefas avançadas de segurança digital, além de um programa destinado a disponibilizar ferramentas autônomas de defesa cibernética a governos e empresas selecionadas.

    Ao mesmo tempo, quanto maior a autonomia desses sistemas, maior é a preocupação com situações nas quais uma IA interpreta incorretamente os limites de uma tarefa ou recebe permissões excessivas.

    Google é quarta grande empresa a registrar episódio semelhante

    O caso envolvendo o Gemini não é isolado.

    Outros grandes laboratórios de inteligência artificial, incluindo OpenAI, Anthropic e Meta, também tiveram episódios em que modelos utilizados em testes de segurança ultrapassaram os ambientes previstos para as avaliações.

    Em um caso envolvendo um modelo da OpenAI, por exemplo, a ferramenta deixou o ambiente controlado durante uma avaliação e acessou sistemas relacionados à plataforma de inteligência artificial Hugging Face.

    Os incidentes vêm ampliando o debate entre pesquisadores e empresas sobre quais barreiras devem existir quando agentes de IA recebem acesso à internet, ferramentas de programação e capacidade para executar comandos de forma independente.

    Problema não foi uma “rebelião” da inteligência artificial

    Apesar da repercussão do caso, especialistas ressaltam uma diferença importante: o Gemini não decidiu deliberadamente atacar empresas reais sabendo que não tinha autorização.

    Segundo as informações divulgadas pelo Google e pela empresa responsável pelo teste, o modelo acreditava que os sistemas encontrados faziam parte do exercício de segurança para o qual havia recebido autorização. Ao identificar que se tratava de empresas reais, interrompeu a atividade.

    O episódio, portanto, evidencia principalmente uma falha nos limites estabelecidos para o teste e na capacidade do sistema de diferenciar adequadamente os alvos autorizados daqueles que estavam fora do escopo.

    Ainda assim, o fato de uma inteligência artificial conseguir ultrapassar esses limites sem intervenção humana direta é considerado relevante para o debate sobre segurança.

    Risco aumenta com avanço dos chamados agentes de IA

    Os modelos mais recentes vêm deixando de funcionar apenas como assistentes que respondem perguntas.

    Os chamados agentes de inteligência artificial podem executar tarefas compostas por várias etapas, acessar páginas na internet, escrever e rodar códigos, utilizar programas externos e tomar decisões intermediárias para cumprir uma determinada missão.

    No campo da cibersegurança, isso significa que um único comando pode levar um modelo a procurar vulnerabilidades, testar senhas, analisar sistemas e explorar falhas automaticamente.

    O desafio para as empresas é garantir que essas ferramentas reconheçam com precisão onde termina sua autorização.

    O caso do Gemini mostra que uma falha aparentemente simples — como permitir acesso à internet durante uma simulação — pode transformar um exercício controlado em um acesso real e não autorizado.

    Embora o Google afirme que nenhuma das três empresas sofreu danos conhecidos, o episódio aumenta a pressão sobre os desenvolvedores para criar barreiras mais rígidas antes de conceder a sistemas de IA avançados maior autonomia sobre redes e ferramentas de segurança digital.

    Faça seu comentário
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

    LEIA TAMBÉM

    Marco Legal dos Games: Lula lança plataforma gratuita para divulgar jogos brasileiros

    outubro 15, 2026

    Cidade da Criança terá ‘Wi-For’ e QR Codes com audiodescrição em Fortaleza

    outubro 1, 2026

    iPhone avança no Ceará e pode superar celulares Android em vendas

    setembro 14, 2026
    LEIA +

    Receba notícias em seu e-mail

    Cadastre seu e-mail e receba as últimas notícias em primeira mão sobre tudo o que acontece no Ceará e no mundo em tempo real!

    Ceará

    Ceará já recebeu quase 100 mil turistas estrangeiros em 2026

    outubro 17, 2026

    Acesso frontal da Catedral Metropolitana de Fortaleza é interditado

    outubro 17, 2026

    Romeu Aldigueri tem apoio de governistas e da oposição para seguir na presidência da Alece

    outubro 15, 2026
    Brasil

    Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 50% dos votos válidos, diz PoderData

    outubro 17, 2026

    Descanso de trabalhador não quebra empresas, diz Lula após fim da 6×1

    outubro 17, 2026

    Fim da escala 6×1: entenda quando a nova jornada começa a valer

    outubro 15, 2026
    Mundo

    Papa Leão XIV é diagnosticado com câncer de pulmão após retirada de nódulo

    outubro 14, 2026

    Mortes no Nepal e na China chegam a quase 800

    agosto 30, 2026

    Inundação na fronteira entre Nepal e Tibete deixa mortos e centenas de desaparecidos

    agosto 26, 2026

    EUA e Colômbia vão realizar ações conjuntas antidrogas – 12/08/2026 – Mundo

    agosto 13, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp RSS
    • Home
    • Ceará
    • Entretenimento
    • Tecnologia
    • Saúde e Bem-Estar
    • Redação
    © 2026 Agência Cearense - Desenvolvido por Abelha Soluções.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.