O Ministério Público do Estado do Ceará e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) discutiram, nesta segunda-feira (11), o fortalecimento de ações integradas de inteligência e cooperação institucional no enfrentamento ao crime organizado no Ceará.
O encontro ocorreu na sede da Procuradoria Geral de Justiça, em Fortaleza, reunindo representantes das áreas de segurança e inteligência das duas instituições.
O procurador-geral de Justiça do Ceará, Herbet Santos, recebeu o diretor-geral da Abin, Luiz Fernando Corrêa, além de integrantes dos setores técnicos e operacionais dos órgãos.
Durante a reunião, Herbet Santos destacou a importância da integração entre instituições públicas para ampliar a eficiência das ações de segurança no Estado.
“A integração entre as instituições é fundamental para fortalecer o combate à criminalidade e aprimorar a atuação do Estado em defesa da sociedade. O Ministério Público do Ceará já mantém uma parceria importante com a Abin e as forças de segurança que atuam no Ceará, e seguiremos avançando nessa cooperação institucional”, afirmou.
Ao longo do encontro, Luiz Fernando Corrêa apresentou aspectos do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), ressaltando possibilidades de compartilhamento de informações e atuação coordenada entre órgãos estaduais e federais no enfrentamento às organizações criminosas.
Também participaram da reunião o superintendente estadual da Abin, Nabupolasar Feitosa, e os oficiais de inteligência André Rocha, Diego Serpa e Raissa Teixeira.
Pelo MPCE, estiveram presentes representantes do Grupo de Atuação Especial em Segurança Pública (Gaesp) e do Núcleo de Segurança Institucional e Inteligência (Nusit), setores ligados à atuação estratégica e ao acompanhamento de operações de segurança pública.
A aproximação entre os órgãos ocorre em meio ao fortalecimento de políticas integradas de inteligência no Ceará, especialmente no enfrentamento às facções criminosas e às organizações interestaduais. A estratégia busca ampliar o compartilhamento de dados, otimizar investigações e reforçar operações conjuntas entre instituições estaduais e federais.

