Close Menu
Agência Cearense: O Ceará em FocoAgência Cearense: O Ceará em Foco
    Menu
    • Ceará
    • Brasil
    • Mundo
    • Entretenimento
    • Meio Ambiente
    • Ciência
    • Concursos
    • Cultura
    • Economia
    • Tecnologia
    • Inovação
    • Educação
    • Esportes
    • Saúde e Bem-Estar
    • Turismo
    • Ciência
    • Olhar Cearense
    • Ceará Raiz
    What's Hot

    Brasil prepara resposta aos EUA após revogação de visto de embaixadora brasileira

    agosto 5, 2026

    Projeto vai capacitar árbitros e colaboradores para combater a violência contra a mulher nos estádios

    agosto 5, 2026

    Pesquisa Quaest: Lula tem 39% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro aparece com 30%

    agosto 5, 2026
    X (Twitter) Instagram YouTube RSS
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Agência Cearense: O Ceará em FocoAgência Cearense: O Ceará em Foco
    Canal Whatsapp
    • Home
    • Notícias
      • Ceará
      • Brasil
      • Mundo
    • Entretenimento

      Gilberto Gil fica preso em elevador no Rio e é resgatado por bombeiros

      agosto 4, 2026

      Ariana Grande anuncia pausa na carreira após novo álbum e críticas sobre aparência

      agosto 3, 2026

      Roberto de Carvalho publica fotos com ex-namorada e recebe apoio de famosos nas redes sociais

      agosto 2, 2026

      Viih Tube e Eliezer podem ser condenados a pagar R$ 350 mil por danos morais após reality com funcionários

      julho 30, 2026

      Anitta aposta em marca autoral cearense em novo projeto e amplia visibilidade da moda local

      julho 30, 2026
    • Tecnologia

      Telegram é removido temporariamente da App Store após violação de regras contra abuso infantil

      agosto 4, 2026

      Nanossatélite cearense vai sobrevoar Fortaleza até três vezes por dia a partir de 2027

      julho 29, 2026

      Estudo de Oxford aponta que IAs mais simpáticas erram mais e tendem a concordar com usuários

      julho 24, 2026

      Instagram e Facebook apresentam instabilidade global neste domingo

      julho 19, 2026

      Nova IA da Meta pode usar fotos do Instagram para criar imagens com aparência de usuários; veja como se proteger

      julho 9, 2026
    • Saúde e Bem-Estar

      IJF registra recorde de doações de órgãos e tecidos em julho

      agosto 5, 2026

      Fortaleza disponibiliza vacinação contra a poliomielite em 134 postos de saúde; veja onde se imunizar

      agosto 3, 2026

      Fortaleza mantém oito postos de saúde abertos neste domingo para vacinação

      agosto 2, 2026

      Fortaleza realiza Dia D da vacinação antirrábica; confira os postos de atendimento

      julho 31, 2026

      Anvisa proíbe venda de lote falsificado de Mounjaro; veja como identificar o medicamento

      julho 31, 2026
    • Colunas
      • Olhar Cearense
      • Ceará Raiz
    Agência Cearense: O Ceará em FocoAgência Cearense: O Ceará em Foco

    Guerra dos EUA com a Rússia já é realidade para Otan

    By Agência Cearensejunho 23, 2025 Mundo
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    A imagem mostra três caças Eurofighter Typhoon voando em formação no céu. Os aviões são de cor cinza e estão em um ambiente aéreo claro, com uma vista do solo ao fundo. O caça da frente possui uma insígnia na fuselagem, enquanto os outros dois estão posicionados um acima e um ao lado do primeiro.
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

     

    Vladimir Putin deu à Otan um motivo para que a aliança militar do Ocidente chegasse aos 75 anos, em 2024, com um senso de missão.

    Assim como a expansão soviética na Europa deu à luz ao grupo em 1949, pelas mãos dos Estados Unidos, a invasão russa da Ucrânia disparou alarmes que estavam silentes desde o fim da Guerra Fria, há 34 anos.

    Um ano depois, a Otan se reúne novamente nesta terça (24) e quarta (25) na Haia natal de seu novo secretário-geral, Mark Rutte. O céu estará carregado por nuvens de outra guerra, entre EUA, Israel e Irã, mas o foco europeu é claro.

    Poucos poderiam prever que tal clareza ocorreria sob as condições atuais: em vez de um grupo coeso em torno de Washington e na defesa de Kiev, os 30 membros europeus do clube se preparam ativamente para uma guerra contra a Rússia, e trabalham com a hipótese de fazê-lo sem os americanos.

    O motivo é a volta à cena de outro personagem autocrático, o presidente Donald Trump, que não por acaso abandonou a defesa férrea da Ucrânia e abriu a porta a negociações com Putin. De quebra, o republicano entrou no conflito com o Irã com uma vontade nunca vista a Europa.

    Líderes continentais falam abertamente que não é mais possível ter certeza do comprometimento dos EUA com o artigo basilar da fundação da Organização do Tratado do Atlântico Norte: a assistência mútua em caso de agressão.

    O governo Trump já sugeriu isso, como notaram Rutte e outros em particular no leste e norte europeus, já admitiu isso. No último ano, Alemanha, Reino Unido e Dinamarca declararam em documentos acreditar num confronto com os russos até 2030, se não antes.

    Na quinta passada (19), Putin deu de ombros, apesar de ter ouvido de seus generais em dezembro que a guerra na próxima década é provável.

    O russo afirmou que tudo é uma desculpa para o anúncio que Rutte quer fazer de uma nova meta de gasto militar na Otan, de 5% do PIB —3,5% para defesa em si, 1,5% para infraestrutura correlata. Hoje, 23 dos 32 membros cumprem os 2% considerados ideais —eram 3 de 28 quando a Crimeia foi anexada em 2014.

    Haverá debate sobre isso, já puxado pela Espanha, que se recusa a dar a unanimidade necessária para que a recomendação vire ordem. Mas uma coisa parece imutável: as engrenagens que podem levar à inevitabilidade de um confronto já estão rodando na forma de contratos.

    A Folha conversou com dois militares e dois civis que participaram de reuniões técnicas recentes em fóruns da Otan. Neles, não se discute se haverá algum tipo de guerra com a Rússia, mas quando. Novamente, 2030 aparece como a data mais aceita.

    Até lá, creem eles, a questão ucraniana estará resolvida, de uma forma ou de outra —o desenho mais aceito é aquele em que o conflito é congelado com a Rússia engolindo para si, com aval de Trump, os 20% que domina do vizinho. Por óbvio, pode não ser bem assim.

    Mas nesse cenário, Putin poderia usar o ritmo de guerra em que colocou o seu país, gastando quase 7% do PIB em defesa, se rearmando e usando a experiência adquirida a quente.

    Nas palestras da Otan, são citadas ações russas recentes: o posicionamento de armas nucleares na vassala Belarus, o aumento das força militar para 1,5 milhão de soldados e a postagem de parte deles junto à fronteira báltica e finlandesa, os repetidos discursos sobre o arsenal nuclear modernizado.

    Desde que se viu diante de um Trump decidido a virar as costas, o mesmo se viu na Europa, em alta velocidade e com muito mais recursos do que Putin tem.

    O plano estratégico do Reino Unido, divulgado no começo do mês, prevê extravagâncias como a construção de 12 submarinos de propulsão nuclear —Londres mal consegue manter seus 10 atuais, 4 deles para ataques com ogivas atômicas.

    Mas outras medidas parecem à mão, como reintroduzir bombas nucleares táticas americanas, hoje espalhadas por seis bases em cinco países da Otan. O problema é que isso bate de frente com a desconfiança acerca dos EUA.

    Numa reunião recente em Bruxelas, um almirante disse que a aliança precisaria considerar a oferta francesa de posicionar caças Rafale armados com mísseis de cruzeiro nucleares na Alemanha, mirando os russos e cobrindo o Leste Europeu. Finlândia, Polônia e bálticos deixaram tratado para minar suas fronteiras.

    No lado russo, tudo isso é visto com alarme. Segundo uma pessoa com trânsito no Kremlin, aderente da linha moderada, há o risco de os radicais verem tudo isso como a liderança soviética em 1983: sinais de que pode haver um ataque ocidental, quase levando ao desastre.

    Não é para tanto, evidente, mas é nas linhas de contato entre os rivais que acidentes acontecem. As interceptações de lado a lado no mar Báltico subiram, segundo estimativas não oficiais, 30% de 2024 para cá.

    No mês passado, a Otan fez um exercício inédito com seu mais novo membro, a Suécia, de defesa ativa da estratégica ilha de Gotland, e desde o começo do ano patrulhas buscam barcos suspeitos de sabotar cabos submarinos na região.

    “É uma receita de catástrofe, basta um tiro acidental”, diz o analista Mikhail Barabanov, ligado à linha-dura da Defesa russa. Ele vê a militarização da economia russa como algo passageiro. “Assim que os cartões de crédito ocidentais voltarem a funcionar, as coisas acalmam”, diz, referindo-se às sanções devido à guerra.

    Do lado mais alarmista estão pessoas como Fabian Hoffman, da Universidade de Oslo. “Apesar da propaganda, a elite russa sabe que o país perderia uma guerra total convencional com a Otan. Assim, evitar um conflito de atrito é essencial”, escreveu na revista “Foreign Policy”.

    Ele sugere o de sempre: uma ação rápida no calcanhar de Aquiles da Otan, o corredor de Suwalki, área na fonteira lituano-polonesa entre Belarus ao exclave russo de Kaliningrado, cortando os Estados Bálticos e os expondo à invasão russa.

    Lá Fora

    Receba no seu email uma seleção semanal com o que de mais importante aconteceu no mundo

    Discorda dele Alexander Lanoszka, em ensaio na Chatham House de Londres, que vê o cenário como “um mito” que colocaria os russos numa posição tão frágil quanto seus alvos. Barabanov vai nessa linha.

    Há, por fim e antes de tudo, a questão do dinheiro. Se Putin pode fazer mais ou menos o que quer com o Orçamento russo, o mesmo não é verdade numa comunidade de democracias eleitas. A resistência espanhola aos 5% é o começo.

    Os planos de Rutte são ambiciosos: ampliar em 50% as forças terrestres de rápido emprego em crises e quadruplicar as defesas aéreas e antimísseis, medida à qual as imagens diárias da Ucrânia, Rússia, Irã e Israel dão um caráter de urgência.

    A União Europeia, que usualmente deixava defesa com a Otan, anunciou um plano geral de R$ 5 trilhões em muitos anos para o setor. Felizes, por ora, estão as indústrias de defesa: com Putin invadindo ou não a Lituânia, as ações das 600 empresas do setor listadas na Europa subiram em média 44% em um ano.

    Fonte Matéria

    Faça seu comentário
    Mundo
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

    LEIA TAMBÉM

    Terremotos na Venezuela: homem salvo após 30 horas

    julho 9, 2026

    No G7, Lula critica comportamento de ‘imperador’ de Trump

    junho 18, 2026

    Trump abandona entrevista após perguntas sobre fraude

    junho 8, 2026
    LEIA +

    Receba notícias em seu e-mail

    Cadastre seu e-mail e receba as últimas notícias em primeira mão sobre tudo o que acontece no Ceará e no mundo em tempo real!

    Ceará

    IJF registra recorde de doações de órgãos e tecidos em julho

    agosto 5, 2026

    Feirão de Emprego oferece 200 vagas exclusivas para pessoas com deficiência em Fortaleza

    agosto 4, 2026

    Alece reduz número de sessões durante o período eleitoral

    agosto 4, 2026
    Brasil

    Brasil prepara resposta aos EUA após revogação de visto de embaixadora brasileira

    agosto 5, 2026

    Pesquisa Quaest: Lula tem 39% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro aparece com 30%

    agosto 5, 2026

    STF amplia acesso de pessoas com autismo nível 1 à isenção de impostos na compra de veículos

    agosto 4, 2026
    Mundo

    Terremotos na Venezuela: homem salvo após 30 horas

    julho 9, 2026

    No G7, Lula critica comportamento de ‘imperador’ de Trump

    junho 18, 2026

    Trump abandona entrevista após perguntas sobre fraude

    junho 8, 2026

    A 6 meses de eleição, aprovação de Trump volta a cair

    maio 20, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp RSS
    • Home
    • Ceará
    • Entretenimento
    • Tecnologia
    • Saúde e Bem-Estar
    • Redação
    © 2026 Agência Cearense - Desenvolvido por Abelha Soluções.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.