Bastou o empate da Seleção Brasileira na estreia da Copa do Mundo de 2026 para que uma velha tradição do torcedor brasileiro voltasse a ganhar força nas redes sociais: a caça aos famosos considerados “pé-frio”.
A expressão, usada de forma bem-humorada para atribuir azar a determinadas pessoas durante eventos esportivos, reapareceu logo após a partida entre Brasil e Marrocos. O motivo foi a presença de diversas celebridades nas arquibancadas do MetLife Stadium, nos Estados Unidos.
Entre os nomes mais comentados estavam a apresentadora Ana Maria Braga, a atriz e influenciadora Maisa, o casal Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, o economista Gil do Vigor, a influenciadora Mariana Goldfarb, o criador de conteúdo Luva de Pedreiro e o rapper norte-americano Travis Scott.
Ana Maria Braga lidera as teorias da internet
Poucos nomes aparecem tantas vezes nas brincadeiras esportivas quanto o de Ana Maria Braga. Ao longo dos anos, a apresentadora acumulou uma espécie de “folclore digital” que a coloca frequentemente entre os supostos responsáveis por derrotas ou tropeços de equipes brasileiras.
Após a estreia da Seleção, memes envolvendo a apresentadora voltaram a circular nas redes sociais, alimentando a superstição popular.
Maisa e os memes recorrentes
Maisa também voltou a ser associada às tradicionais brincadeiras dos torcedores. Presença frequente em grandes eventos esportivos, a atriz e influenciadora costuma aparecer nas listas humorísticas criadas por internautas sempre que um resultado não agrada aos brasileiros.
Mesmo assim, sua participação na festa da Copa foi celebrada pelos fãs, que acompanharam os registros compartilhados diretamente do estádio.
Casais famosos entram na brincadeira
A atriz Giovanna Lancellotti e o casal Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso também estiveram entre as celebridades que acompanharam a estreia brasileira.
Como costuma acontecer em grandes competições, bastou aparecerem nas transmissões e publicações nas redes para serem incluídos pelos torcedores na divertida lista dos possíveis “pé-frios” da rodada.
Gil do Vigor e Luva de Pedreiro roubam a cena
Conhecido pelo entusiasmo contagiante, Gil do Vigor transformou sua participação no jogo em um espetáculo à parte nas redes sociais. Suas reações espontâneas renderam comentários e memes durante toda a partida.
Já Luva de Pedreiro, um dos maiores influenciadores ligados ao futebol, também chamou atenção dos torcedores. Enquanto alguns enxergaram sua presença como sinal de sorte, outros aproveitaram para incluí-lo nas tradicionais teorias supersticiosas.
Nem Travis Scott escapou
A presença internacional mais comentada foi a do rapper Travis Scott. O artista apareceu no gramado, cumprimentou jogadores da Seleção e recebeu de Vinícius Júnior uma camisa especial da equipe brasileira.
O suficiente para que parte dos internautas o transformasse rapidamente em personagem da cultura supersticiosa do futebol brasileiro. Nas redes sociais, não faltaram brincadeiras sugerindo que o cantor havia sido “batizado” como mais um integrante da lista dos supostos azarados da Copa.
Superstição faz parte do futebol
Apesar da repercussão, a fama de “pé-frio” não passa de uma tradição popular alimentada por torcedores nas redes sociais e nas conversas sobre futebol.
Camisas da sorte, lugares fixos no sofá, promessas, simpatias e rituais diversos fazem parte do imaginário coletivo que acompanha a Seleção Brasileira a cada Mundial.
Enquanto o Brasil segue sua trajetória na Copa do Mundo de 2026, uma coisa parece certa: independentemente do resultado em campo, os torcedores continuarão procurando heróis, culpados e, claro, alguns “pé-frios” para manter viva uma das mais divertidas superstições do futebol nacional.

