O Ceará dará mais um passo na expansão de sua infraestrutura energética com a implantação da usina termelétrica Jandaia, empreendimento movido a gás natural que receberá investimentos estimados em R$ 5,5 bilhões no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp).
O lançamento oficial do projeto ocorrerá nesta terça-feira (10), com a participação do governador Elmano de Freitas e representantes das empresas Eneva e Diamante, responsáveis pelo empreendimento após vencerem o leilão de capacidade realizado pelo Governo Federal em março deste ano.
A cerimônia marcará o início das obras, que devem começar ainda em junho.
Novo investimento fortalece setor energético
A usina Jandaia integra a estratégia de ampliação da capacidade de geração de energia no Ceará e deverá contribuir para o fortalecimento da segurança energética da região. Utilizando gás natural como combustível, o empreendimento se soma aos investimentos que vêm consolidando o Complexo do Pecém como um dos principais polos industriais, logísticos e energéticos do país.
Além de ampliar a oferta de energia, a expectativa é que o projeto impulsione a economia local, atraia novos negócios e gere oportunidades de emprego durante a fase de construção e operação.
Porto do Pecém ganhará estrutura exclusiva para gás natural
Para garantir o abastecimento da nova termelétrica, o Porto do Pecém receberá uma ampliação significativa em sua infraestrutura. Está prevista a construção do chamado Píer Zero, equipamento dedicado ao transporte e à movimentação de gás natural.
O investimento estimado para a nova estrutura é de R$ 430 milhões. A obra permitirá ampliar a capacidade logística do porto e atender à demanda gerada pela operação da usina.
Complexo do Pecém amplia importância estratégica
Com a chegada da termelétrica Jandaia, o Complexo do Pecém reforça sua posição como um dos maiores centros de investimentos do Brasil nas áreas de energia, indústria e logística.
O projeto é considerado um dos mais relevantes investimentos privados atualmente em implantação no Ceará e faz parte do processo de fortalecimento da matriz energética estadual, ampliando a competitividade do estado e sua capacidade de atrair novos empreendimentos industriais.

