Close Menu
Agência Cearense: O Ceará em FocoAgência Cearense: O Ceará em Foco
    Menu
    • Ceará
    • Brasil
    • Mundo
    • Entretenimento
    • Meio Ambiente
    • Ciência
    • Concursos
    • Cultura
    • Economia
    • Tecnologia
    • Inovação
    • Educação
    • Esportes
    • Saúde e Bem-Estar
    • Turismo
    • Ciência
    • Giselle Dutra
    • Ranne Almeida
    What's Hot

    IJF amplia em 124% a realização de ressonâncias e acelera diagnósticos na rede municipal

    fevereiro 3, 2026

    Ceará registra queda de quase 8% nos homicídios

    fevereiro 3, 2026

    Ônibus que partiu de Juazeiro do Norte capota e 15 romeiros morrem em Alagoas

    fevereiro 3, 2026
    X (Twitter) Instagram YouTube RSS
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Agência Cearense: O Ceará em FocoAgência Cearense: O Ceará em Foco
    Canal Whatsapp
    • Home
    • Notícias
      • Ceará
      • Brasil
      • Mundo
    • Entretenimento

      Mulher de Henrique, da dupla com Juliano, é presa em Orlando, nos EUA

      fevereiro 3, 2026

      Caetano e Bethânia levam o Grammy de Melhor Álbum de Música Global

      fevereiro 2, 2026

      Gracyanne Barbosa é pedida em namoro e oficializa relação com Gabriel Cardoso

      fevereiro 2, 2026

      BBB 26 acumula polêmicas em menos de um mês; relembre os principais episódios

      janeiro 31, 2026

      Atriz de “Esqueceram de Mim”, Catherine O’Hara morre aos 71 anos

      janeiro 31, 2026
    • Tecnologia

      Nova descoberta que fortalece ossos tem efeito promissor contra osteoporose

      dezembro 3, 2025

      Banco Central lança mecanismo contra abertura de contas com uso de ‘laranjas’

      dezembro 3, 2025

      Ceará começa a instalar o primeiro relógio atômico de césio do Nordeste

      dezembro 1, 2025

      Fortaleza sediará torneio regional de robótica educacional com mais de 700 participantes

      novembro 19, 2025

      Vazamento expõe 180 milhões de senhas e e-mails do Gmail. Saiba se sua conta foi afetada

      outubro 28, 2025
    • Saúde e Bem-Estar

      IJF amplia em 124% a realização de ressonâncias e acelera diagnósticos na rede municipal

      fevereiro 3, 2026

      Governo Federal descarta ameaça ao Brasil pelo vírus Nipah

      janeiro 31, 2026

      Anvisa libera cultivo de cannabis medicinal e amplia acesso a remédios no Brasil

      janeiro 29, 2026

      Índia entra em alerta após confirmar cinco casos do vírus letal Nipah; veja riscos

      janeiro 26, 2026

      Governo do Ceará empossa 221 novos servidores da Saúde nesta segunda-feira

      janeiro 26, 2026
    • Colunas
      • Giselle Dutra
      • Ranne Almeida
    Agência Cearense: O Ceará em FocoAgência Cearense: O Ceará em Foco

    Petróleo, China, Doutrina Monroe: o que está por trás da ofensiva de Trump na Venezuela

    By Agência Cearensejaneiro 3, 2026 Mundo
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Após meses de especulações e operações marítimas perto da costa da Venezuela, os Estados Unidos atacaram neste sábado (3) diversos pontos de Caracas e capturaram o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa.

    Para justificar as ações militares que vinha fazendo no Caribe e a pressão econômica sobre Caracas, o governo americano alegava combater o narcotráfico e rotas de drogas associadas a grupos criminosos ligados à Venezuela.

    Além disso, descreve Maduro como líder de um regime corrupto e diz agir por questões de segurança regional.

    Autoridades dos EUA aplicaram medidas diretamente a familiares de Maduro, ampliaram sanções e promoveram um bloqueio total a navios petroleiros ligados ao país sul-americano — escalando a pressão política e econômica sobre Caracas. Também houve apreensão de embarcações.

    Em resposta, o presidente venezuelano classificou as ações como tentativa de golpe e ameaça à soberania, chamando as interceptações de “roubo descarado” e “pirataria naval criminosa”. Ele ainda acusa Washington de usar o combate às drogas como pretexto para forçar sua saída do poder.

    Mas o que está, de fato, por trás da ofensiva dos EUA?

    Para especialistas ouvidos pelo g1, os interesses vão muito além do combate ao tráfico e incluem fatores econômicos e geopolíticos, como o interesse pelo petróleo e a relação da Venezuela com a China — principal rival de Trump.

    Veja, abaixo, alguns pontos de interesse do presidente dos EUA na Venezuela:

    De olho no petróleo

    A Venezuela concentra a maior reserva comprovada de petróleo do planeta, com capacidade de aproximadamente 303 bilhões de barris — ou 17% do volume conhecido —, segundo a Energy Information Administration (EIA), órgão oficial de estatísticas energéticas dos EUA.

    Esse volume coloca o país à frente de gigantes como Arábia Saudita (267 bilhões) e Irã (209 bilhões), com ampla margem. Grande parte do petróleo venezuelano, porém, é extra-pesado, o que exige tecnologia sofisticada e investimentos elevados para extração.

    • Na prática, o potencial é enorme, mas segue subaproveitado devido à infraestrutura precária e às sanções internacionais que limitam operações e acesso a capital.

    Nesse contexto, há um claro interesse dos EUA. Segundo a EIA, o petróleo pesado da Venezuela “é bem adequado às refinarias norte-americanas, especialmente às localizadas ao longo da Costa do Golfo”.

    O jornal americano “The New York Times”, por exemplo, afirmou que a commodity é prioridade na ofensiva contra o governo de Nicolás Maduro. Segundo a publicação, Washington tem feito negociações secretas com Caracas, justamente com foco no petróleo.

    Para Marcos Sorrilha, professor de história dos EUA na Unesp Franca, o presidente norte-americano tem interesse na produção venezuelana por um motivo principal: reduzir preços internos e, assim, aliviar o custo de vida no país.

    “O petróleo venezuelano seria uma estratégia de barateamento do preço do combustível para os americanos. É algo que está nas expectativas de Donald Trump“, diz.

    Nesse contexto, o republicano atinge dois objetivos simultaneamente: ao buscar favorecer a economia dos EUA, também pressiona a produção e as exportações de petróleo da Venezuela — setor central para a economia do país e para a sustentação do governo de Nicolás Maduro.

    Os efeitos iniciais já começaram a aparecer nesta semana. Reportagem da Bloomberg News indicou que Caracas enfrenta falta de capacidade para armazenar petróleo, em meio a medidas de Washington para impedir que embarcações atraquem ou deixem portos venezuelanos.

    Proximidade com a China

    Antes das amplas sanções econômicas impostas pelos EUA à Venezuela, em 2019, os norte-americanos eram os maiores importadores do petróleo bruto do país. O restante das exportações tinha como principais destinos a Índia, a China e a Europa.

    Após as sanções, grande parte das vendas externas passou a ocorrer por meio de acordos de petróleo em troca de empréstimos, usados para quitar dívidas. Nesse arranjo, a China disparou sua participação e desempenha papel central.

    “A Venezuela mantém uma relação cooperativa com a China em áreas muito críticas, como petróleo e mineração”, destaca Carolina Moehlecke, coordenadora do mestrado profissional em Relações Internacionais da FGV.

    A especialista reforça que o gigante asiático, principal adversário comercial dos EUA, tem emprestado dinheiro para a Venezuela utilizando embarques de petróleo como garantia.

    • Com isso, grande parte das exportações venezuelanas foi destinada à China. Por meio dos acordos, o país asiático já concedeu quase US$ 50 bilhões em empréstimos ao longo da última década, em troca de petróleo bruto.

    Segundo o relatório mais recente da Energy Information Administration, a China recebeu 68% das exportações de petróleo bruto da Venezuela apenas em 2023.

    O economista-chefe da Análise Econômica, André Galhardo, destaca que Donald Trump demonstra uma intenção clara de “manter os laços muito bem atados” na América Latina, diante do avanço da presença da potência asiática na região.

    “A China tem exercido uma influência muito grande nos países latino-americanos, e os EUA não têm interesse nessa aproximação geopolítica chinesa. Então, existem questões estratégicas de toda ordem: geopolíticas, econômicas, geográficas”, diz Galhardo, sobre a postura de Trump.

    Para o economista, esse movimento também explica a redução das tensões de Donald Trump com o Brasil e a aproximação do republicano com a Argentina, em um gesto de expansão da influência norte-americana na América do Sul.

    “De repente, Trump passou a achar Lula um homem bom, né? Isso também acontece porque o Brasil se tornou um dos maiores produtores de petróleo do mundo, está prospectando volumes na margem equatorial, além do Sul do país, e planeja investir na extração de petróleo na África”, acrescenta.

    Embora o Brasil não esteja entre os 10 países com maiores reservas, é o sétimo maior produtor de petróleo, com cerca de 4,3 milhões de barris por dia, segundo o órgão oficial de estatísticas energéticas dos EUA.

    “O mesmo acontece na Argentina: a aproximação dos EUA tem muito mais relação com as reservas de petróleo — especialmente após descobertas em Vaca Muerta — do que com um alinhamento ideológico com Javier Milei”, acrescenta Galhardo.

    Abertura para empresas dos EUA

    Por trás da tentativa de Trump de derrubar o governo de Nicolás Maduro também está a intenção do governo dos EUA de expandir o mercado da América do Sul para companhias norte-americanas, explica Marcos Sorrilha, da Unesp.

    O professor lembra de conversas públicas de María Corina Machado, principal líder da oposição a Maduro, com Donald Trump Jr., nas quais ela defendia a abertura do mercado venezuelano a empresas dos EUA.

    “Então, há também interesse em expandir parcerias de empresas norte-americanas no mercado venezuelano, não apenas para a extração de commodities e produtos primários, mas também para a exploração de processos e produtos industriais dentro do país”, afirma.

    Em seu segundo mandato, Donald Trump tem adotado políticas e firmado acordos comerciais para incentivar exportações americanas e ampliar o acesso a mercados internacionais, inclusive com iniciativas para aumentar as vendas de tecnologia a países aliados.

    Doutrina Monroe: a estratégia por trás da agenda de Trump

    Conforme mostrou o g1, o governo de Donald Trump pretende ampliar o foco na América Latina e reduzir o peso de outros compromissos globais, transferindo parte das responsabilidades a aliados, segundo a nova estratégia de política externa publicada pela Casa Branca no início deste mês.

    O plano prevê um ajuste da presença militar global dos EUA “para enfrentar ameaças urgentes” no Hemisfério, além de recalibrar a atuação em áreas cuja relevância diminuiu para o país nas últimas décadas.

    Nesse sentido, o documento menciona explicitamente a Doutrina Monroe, formulada há mais de dois séculos, e afirma que Washington deve “retomar” seus princípios na relação com a América Latina.

    • Criada em 1823, a Doutrina Monroe estabelecia que qualquer intervenção de potências europeias no hemisfério ocidental seria considerada uma ameaça à segurança dos EUA. Ao mesmo tempo, definia a região como uma área de interesse estratégico prioritário para Washington.

    Carolina Moehlecke, da FGV, ressalta que a nova estratégia de política externa dos EUA resgata a doutrina de forma mais ofensiva, “ao estabelecer a América Latina como a região prioritária para sua segurança e prosperidade”.

    “Além disso, amarra essa prioridade a evitar que a China, principalmente, tenha acesso a recursos estratégicos na região, alguns dos quais a Venezuela consegue fornecer”, diz.

    Marcos Sorrilha, da Unesp, avalia que a estratégia retoma uma visão voltada à consolidação da hegemonia continental, com o objetivo de afastar concorrentes da região — especialmente a China — e assegurar a expansão dos interesses econômicos dos EUA na América Latina.

    Segundo ele, há um paralelo com a política adotada na virada do século XIX para o XX, que buscava a expansão das empresas americanas na região por meio da Open Door Policy (Política da Porta Aberta).

    No contexto mais amplo da política externa dos EUA, “esse objetivo era sustentado, quando necessário, pelo uso da força”, conclui.

    Com informações do G1

    Faça seu comentário
    destaque2
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

    LEIA TAMBÉM

    Ceará registra queda de quase 8% nos homicídios

    fevereiro 3, 2026

    Laura Fernández é eleita presidente da Costa Rica

    fevereiro 2, 2026

    Sana 2026 Parte 1 bate 100 mil de público e reforça impacto cultural e econômico do evento no Ceará

    fevereiro 2, 2026
    LEIA +

    Receba notícias em seu e-mail

    Cadastre seu e-mail e receba as últimas notícias em primeira mão sobre tudo o que acontece no Ceará e no mundo em tempo real!

    Ceará

    IJF amplia em 124% a realização de ressonâncias e acelera diagnósticos na rede municipal

    fevereiro 3, 2026

    Pesquisador desenvolve jogos didáticos para fortalecer educação ambiental e climática

    fevereiro 3, 2026

    Produtora de Aço em Maracanaú retoma atividades com visita do governador Elmano

    fevereiro 3, 2026
    Brasil

    Lula envia acordo comercial Mercosul-UE para o Congresso Nacional

    fevereiro 3, 2026

    Novas regras de segurança do PIX entram em vigor nesta segunda

    fevereiro 2, 2026

    Governo Federal descarta ameaça ao Brasil pelo vírus Nipah

    janeiro 31, 2026
    Mundo

    Laura Fernández é eleita presidente da Costa Rica

    fevereiro 2, 2026

    Homem morto nos EUA segurava um celular

    janeiro 26, 2026

    Alto general chinês afastado é acusado de vazar segredos nucleares aos EUA, diz jornal

    janeiro 26, 2026

    9.000 voos são cancelados nos EUA antes de nevasca

    janeiro 24, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp RSS
    • Home
    • Ceará
    • Entretenimento
    • Tecnologia
    • Saúde e Bem-Estar
    • Redação
    © 2026 Agência Cearense - Desenvolvido por Abelha Soluções.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.