Close Menu
Agência Cearense: O Ceará em FocoAgência Cearense: O Ceará em Foco
    Menu
    • Ceará
    • Brasil
    • Mundo
    • Entretenimento
    • Meio Ambiente
    • Ciência
    • Concursos
    • Cultura
    • Economia
    • Tecnologia
    • Inovação
    • Educação
    • Esportes
    • Saúde e Bem-Estar
    • Turismo
    • Ciência
    • Giselle Dutra
    • Ranne Almeida
    What's Hot

    Alece lança pacto inédito contra o feminicídio

    março 20, 2026

    Lula confirma Durigan na Fazenda após saída de Haddad para disputar eleições

    março 20, 2026

    Estado anuncia investimento de R$ 1,2 bilhão para impulsionar agricultura familiar

    março 20, 2026
    X (Twitter) Instagram YouTube RSS
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Agência Cearense: O Ceará em FocoAgência Cearense: O Ceará em Foco
    Canal Whatsapp
    • Home
    • Notícias
      • Ceará
      • Brasil
      • Mundo
    • Entretenimento

      Oscar 2026: Saiba os ganhadores de todas as categorias

      março 16, 2026

      Kelly Key e marido expõem perseguição e ataques de vizinho à sua família: “Esperar uma desgraça acontecer?”

      março 10, 2026

      Casa de Rihanna em Beverly Hills é alvo de disparos; suspeita é detida

      março 9, 2026

      Saiba quem é Martha Graeff, ex-namorada de Daniel Vorcaro

      março 7, 2026

      Wagner Moura diz que dedicaria Oscar a Bolsonaro

      março 6, 2026
    • Tecnologia

      ECA Digital começa a valer e impõe novas regras para crianças e jovens em redes sociais, jogos e sites

      março 17, 2026

      Praças de mais 46 cidades do Ceará terão wi-fi grátis; veja locais

      fevereiro 27, 2026

      Linha Verde deve ligar Fortaleza a Jericoacoara, Aracati e Cariri com recarga para carros elétricos

      fevereiro 6, 2026

      Nova descoberta que fortalece ossos tem efeito promissor contra osteoporose

      dezembro 3, 2025

      Banco Central lança mecanismo contra abertura de contas com uso de ‘laranjas’

      dezembro 3, 2025
    • Saúde e Bem-Estar

      Ceará registra 2º caso de mpox em 2026

      março 17, 2026

      Governador sanciona lei que garante gratificação aos agentes de saúde

      março 17, 2026

      Ceará registra primeiro caso confirmado de Mpox em 2026

      março 10, 2026

      Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

      março 10, 2026

      Fortaleza reduz fila de mamografia de 50 mil para 15 mil mulheres

      março 9, 2026
    • Colunas
      • Giselle Dutra
      • Ranne Almeida
    Agência Cearense: O Ceará em FocoAgência Cearense: O Ceará em Foco

    Pesquisa revela condições precários do trabalho remoto no mundo

    By Agência Cearensejunho 2, 2025 Economia
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

     

    Plataformas digitais se tornaram mediadoras de serviços no mundo. Entregas, transporte e aluguel por temporada estão entre os mais conhecidos. Mas essas empresas têm contratado também pessoas para uma série de trabalhos à distância online, em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil, para tarefas como alimentação de banco de dados de inteligência artificial, criação de conteúdo, apoio a vendas e serviços profissionais, como os de contador, advogado e arquiteto, que podem ser pagos por projetos.

    O trabalho remoto em plataformas chega a ser responsável pela principal remuneração de seis em cada dez trabalhadores dessa modalidade, o que significa comprometimento de tempo e com as condições das empresas. No entanto, é exercido em condições precárias. As empresas deixam de pagar por serviços, atrasam e remuneram menos que o salário mínimo do local de residência dos prestadores. Também falham em garantir suporte e segurança, o caso de pessoas submetidas a categorizar vídeos violentos ou de conteúdo sexual, não oferecem proteção social e ainda dificultam a organização dos trabalhadores.

    Essas são algumas das principais constatações do Relatório Fairwork Cloudwork Ratings 2025, um projeto que reúne uma rede global de pesquisadores coordenados pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e pelo instituto WZB Berlin, na Alemanha, divulgado neste mês, por meio de um evento na internet.

    O estudo avaliou 16 plataformas de trabalho em nuvem entre as mais utilizadas e fez um levantamento que envolveu também cerca de 750 trabalhadores em 100 países. Como resultado, o relatório traz um ranking das plataformas em relação a condições básicas de trabalho e surpreende pelas notas atribuídas. A média dessas plataformas foi 3,5 de um total de 10.

    Segundo a pesquisa, a Amazon Mechanical Turk, a Freelancer e a Microworkers não pontuaram e oferecem as piores condições. A Upwork alcançou um ponto. A Fiverr e a Remotasks receberam dois pontos. As empresas não comentaram o estudo.

    Segundo o Fairwork, entre as condições mais preocupantes do trabalho remoto em plataformas está o pagamento. Um em cada três entrevistados afirmou que deixou de receber por algum serviço ou recebeu em cartões-presentes, que depois precisaram ser leiloados online para que o dinheiro chegasse de fato à conta corrente.

    “Gostaria de poder receber meu dinheiro em minha conta bancária em vez de cartões-presente”, relatou da Nigéria um turker, como são chamados, ouvido pelo Fairwork.

    Muitas empresas estão no norte global e não pagam diretamente a trabalhadores de outras regiões.

    O relatório internacional aponta ainda que apenas quatro das 16 plataformas pesquisadas conseguiram comprovar que os prestadores ganham pelo menos um salário mínimo, descontados os custos como impostos, apesar de o setor ter movimentado cerca US$ 557 bilhões em 2024, valor que deve crescer para US$ 647 bilhões este ano. No Brasil, um dos mercados dessas plataformas, o salário mínimo é de R$ 1.518.

    “O [projeto]Fairwork procurou dados, evidências e informações de que as plataformas estão pagando o salário mínimo, mas só encontramos [as informações]em quatro das 16 plataformas”, explicou o coordenador do relatório, pesquisador brasileiro no Oxford Internet Institute, Jonas Valente.

    “Em dois desses casos, as plataformas têm uma política dizendo que não pode pagar abaixo do salário mínimo local. Outras duas compartilharam dados dos pagamentos mostrando que pagavam adequadamente”, informou Jonas.

    Além de pagar pouco, as plataformas incluem nos contratos cláusulas com descrições vagas e pouco transparentes que prejudicam os trabalhadores.

    De acordo com Jonas Valente, o contrato é uma questão chave porque prevê as regras do trabalho, embora não sejam compreensíveis para todos.

    “Quando a gente olha para os modelos mais clássicos, está escrito no contrato aquilo o que cada parte, trabalhador e empregador, pode ou vai fazer. No caso das plataformas, encontramos os contratos, mas muitos não são claros. No caso de trabalhadores que estão dispersos, no Brasil, por exemplo, onde muitos não falam inglês, a pessoa vai ter dificuldade de entender o que ela pode ou não fazer, quais são as regras e como ela vai ser paga. Isso leva a questões concretas, como condutas que podem determinar a suspensão ou o desligamento das plataformas”, explicou.

    O pesquisador também alertou para o fato de muitas plataformas se eximirem de responsabilidades sobre a saúde do trabalhador, apesar de exigir disponibilidade.


    São Paulo (SP), 31/03/2025 - Entregadores de aplicativos de delivery em greve fazem manifestação na frente a sede do iFood em Osasco. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
    São Paulo (SP), 31/03/2025 - Entregadores de aplicativos de delivery em greve fazem manifestação na frente a sede do iFood em Osasco. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
    Plataformas se eximirem de responsabilidades sobre a saúde do trabalhador, apontou a pesquisa Faiwork – Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

    O relatório cita uma trabalhadora do Peru, formada em ciências sociais que, por ter ficado horas em frente às telas, por exigência da empresa, precisou operar a retina. A peruana, no entanto, não recebeu ajuda e ainda acabou desligada. Ela ganhava entre US$ 10 e US$ 15 por hora e fazia jornadas entre 6 horas e 9 horas, que entravam pela madrugada.

    Na avaliação geral dos pesquisadores, como é difícil fiscalizar o trabalho remoto, pois as pessoas estão em casa, dispersas em vários países, tampouco há sindicatos ou listas de trabalhadores, em geral, é necessária uma regulação rigorosa por parte dos Estados para reverter as condições precárias.

    No relatório, o Fairwork defende uma regulamentação nacional e também internacional dessa modalidade de trabalho, como forma de alcançar cerca de 400 milhões de pessoas no setor, estimativa do Banco Mundial.

    “Precisamos urgentemente que os governos e os órgãos reguladores se mobilizem e responsabilizem as plataformas, seja por meio de estruturas globais, leis de due diligence [diligências em suas operações] ou diretrizes de trabalho em plataforma”, cobrou Jonas Valente.

    “Sem ação, milhões de pessoas vão continuar presas em postos de trabalho digital inseguro e mal remunerado, sem voz, sem direitos e sem proteção”, alertou o pesquisador.

    No caso do Brasil, ele chama ainda a atenção para a regulação proposta no Projeto de Lei 12/24, que deveria incluir todos os trabalhadores em plataformas e não apenas os motoristas de transporte privado, como foi proposto.

    O Ministério Público no Brasil defende aplicação de regras nacionais.


    São Paulo (SP), 28/04/2023 - O motorista de aplicativo Jonas Ferreira fala sobre os prós e contras do trabalho autônomo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
    São Paulo (SP), 28/04/2023 - O motorista de aplicativo Jonas Ferreira fala sobre os prós e contras do trabalho autônomo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
    Procurador defende que lei deveria incluir todos os trabalhadores em plataformas e não apenas os motoristas de transporte privado – Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

    A necessidade de regular o trabalho remoto em plataformas é uma preocupação compartilhada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). A entidade tem recebido denúncias de descumprimento de leis trabalhistas no setor e montou o Projeto Plataformas Digitais para acompanhá-las.

    “É uma situação preocupante, se trata de uma nova forma de trabalho que está se expandindo, e o MPT já reconhece que há uma precarização grande no Brasil”, reconheceu o gerente da iniciativa, procurador Rodrigo Castilho.

    Ele cita a violação da jornada legal, a necessidade de adequação do ambiente de trabalho, as dificuldades de organização sindical e também a baixa remuneração, de centavos por hora, diante do alto volume de tarefas ou de horas disponíveis para o trabalho nas plataformas.

    “Temos denúncias diversas que questionam a ausência total e completa de direitos a esses trabalhadores”, informou, reverberando as constatações do Fairwork.

    De acordo com Castilho, as plataformas tratam os trabalhadores como colaboradores autônomos, independentes, o que na prática significa negar direitos que os trabalhadores no Brasil conquistaram, como férias, 13º e o  direito ao descanso remunerado, previstos para aqueles formalizados, com carteira assinada.

    Castilho defende que, na ausência de normas regulatórias para o setor, a legislação nacional, no caso do Brasil, seja aplicada.


    Teletrabalho, home office ou trabalho remoto.
    Teletrabalho, home office ou trabalho remoto.
    Plataformas tratam os trabalhadores como colaboradores autônomos, independentes, o que na prática significa negar direitos – Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil

    “O inaceitável é que esses trabalhadores não sejam contemplados com nenhum direito, enquanto se aguarda a regulação”.

    Na avaliação do procurador, deveria haver também um compromisso ético das próprias plataformas com os trabalhadores.

    “A gente vive em uma sociedade capitalista, de mercado, essas são as regras do jogo. A questão toda é que há um componente ético nas relações sociais e as pessoas não podem ser exploradas nos seus direitos, em sua dignidade, trabalhando em ambientes inseguros e insalubres para que outras tenham lucros exorbitantes”.

    A partir do projeto Fairwork, realizado desde 2023, foi oferecido suporte às plataformas para que se adequassem a padrões mínimos de trabalho justo, e 56 melhorias foram feitas.

    As ações vão da atualização de contratos até a melhoria na resolução de disputas e transparência. No entanto, as mudanças ficaram restritas a poucas empresas.

    Este ano, a Fairwork convidou as 16 plataformas investigadas para comentar a pesquisa. Somente três responderam, a ComeUp, a Scale/Remotasks e a Translated. Elas reconheceram problemas e informaram que continuam com o compromisso de melhorar as condições. As demais não responderam.

    Foram investigadas a Fiverr, SoyFreelancer, Appen, Clickworker, PeoplePerHour, Upwork, Freelancer, Microworkers, Prolific, Terawork, Creative Words e Elharefa, além da Amazon  Mechanical Turk.

    Fonte Matéria

    Faça seu comentário
    Economia
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

    LEIA TAMBÉM

    Estado anuncia investimento de R$ 1,2 bilhão para impulsionar agricultura familiar

    março 20, 2026

    Receita Federal cria restituição automática do Imposto de Renda para quem não declarou

    março 18, 2026

    Imposto de Renda 2026: prazo começa em 23 de março ; veja quem deve declarar

    março 16, 2026
    LEIA +

    Receba notícias em seu e-mail

    Cadastre seu e-mail e receba as últimas notícias em primeira mão sobre tudo o que acontece no Ceará e no mundo em tempo real!

    Ceará

    Alece lança pacto inédito contra o feminicídio

    março 20, 2026

    Cearense de Taekwondo abre temporada 2026 com presença de campeão mundial

    março 20, 2026

    Governo do Ceará e DNIT assinam acordo para duplicação de trechos nas BRs 222 e 020

    março 18, 2026
    Brasil

    Lula confirma Durigan na Fazenda após saída de Haddad para disputar eleições

    março 20, 2026

    PF faz operação integrada de combate a facções mirando tráfico e lavagem de dinheiro

    março 18, 2026

    Receita Federal cria restituição automática do Imposto de Renda para quem não declarou

    março 18, 2026
    Mundo

    Guerra no Irã atinge patrimônio cultural; Unesco dá alerta

    março 12, 2026

    Papa lamenta morte de civis no Irã e diz que Líbano passa por ‘grande provação’

    março 11, 2026

    Coreia do Norte reconhece novo líder supremo do Irã

    março 11, 2026

    Rubio e Vieira conversa sobre encontro de Lula e Trump

    março 10, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp RSS
    • Home
    • Ceará
    • Entretenimento
    • Tecnologia
    • Saúde e Bem-Estar
    • Redação
    © 2026 Agência Cearense - Desenvolvido por Abelha Soluções.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.