Depois de meses de especulações, teorias e debates nas redes sociais, chega ao fim nesta sexta-feira (17) o maior mistério da teledramaturgia brasileira: quem matou Odete Roitman?
O último capítulo do remake de “Vale Tudo” vai ao ar na TV Globo a partir das 21h20 (horário de Brasília), com reprise marcada para sábado (18). O episódio também estará disponível no Globoplay, onde os assinantes poderão rever o desfecho do crime mais famoso da televisão nacional.
O remake, lançado em 2025, trouxe uma nova roupagem à obra clássica exibida entre 1988 e 1989, mantendo a crítica social e o tom moralizante que marcaram a versão original. Débora Bloch interpreta a poderosa e temida Odete Roitman, cuja morte misteriosa volta a dividir opiniões e reacender paixões.
Desde o anúncio do remake, a pergunta “Quem matou Odete Roitman?” mobilizou uma nova geração de espectadores. Nas redes sociais, teorias se multiplicaram, criando um clima de suspense que remete aos anos 1980, quando o país inteiro parou diante da televisão para descobrir o destino da vilã original, interpretada por Beatriz Segall.
Nesta nova versão, os principais suspeitos são Maria de Fátima (Alice Wegmann), Heleninha (Letícia Colin), Celina (Camila Morgado), César (Gabriel Leone) e Marco Aurélio (Alexandre Nero) — todos com motivos e desavenças que poderiam justificar o assassinato.
Mas as hipóteses não param por aí. Fãs apontam a possibilidade de Raquel (Taís Araújo) ter agido para proteger a filha, ou até mesmo a volta de Nise, avó de Ana Clara, que teria forjado a própria morte para se vingar. Outras teorias mais ousadas sugerem o envolvimento de Leila, parceira de Marco Aurélio, e até o mordomo Eugênio, levantando suspeitas de cumplicidade ou chantagem.
Há ainda quem acredite que Odete Roitman nunca morreu — e que tudo não passou de uma encenação para escapar dos inimigos. Segundo pesquisa recente da AtlasIntel, 39% do público acredita que Odete ainda está viva, o que só aumenta a expectativa para o grande final.
O remake de “Vale Tudo”, adaptado por Manuela Dias, reafirma o papel das novelas como espelho da sociedade brasileira. A obra revisita temas como ética, poder e corrupção, em um momento em que o país volta a discutir o valor da verdade e da justiça.
Seja quem for o assassino, uma coisa é certa: nesta sexta, o Brasil vai parar novamente para acompanhar o desfecho de uma história que atravessa gerações e continua provocando a mesma pergunta há quase quatro décadas — quem matou Odete Roitman?

