Outro aspecto importante envolve a qualidade do sono do tutor. Embora muitos nem percebam, o movimento dos animais durante a noite, assim como roncos, lambidas ou o simples medo de se mexer e machucar o pet, podem gerar interrupções constantes, prejudicando o descanso profundo e até favorecendo quadros de insônia.
Riscos invisíveis que merecem atenção
Antes de chamar o animal para dormir, alguns cuidados de saúde são fundamentais. Pets com vacinação atrasada, sem vermifugação ou que circulam livremente na rua podem transmitir zoonoses — doenças que passam dos animais para os humanos por contato com saliva, urina, fezes ou arranhões.
Além disso, cães e gatos carregam fungos e microrganismos na pele e na pelagem. Em adultos saudáveis, o risco costuma ser baixo. Já em pessoas com imunidade reduzida, esses agentes podem provocar infecções ou micoses. A regra é simples: higiene rigorosa e acompanhamento veterinário em dia.

E quando há bebês em casa?
Com recém-nascidos, o cuidado deve ser redobrado. O ideal é manter os pets longe do berço, tanto pelo risco de sufocamento acidental quanto pela imaturidade do sistema imunológico do bebê. Contato com saliva ou fezes nessa fase pode ser perigoso.

